


Maria Leite tem uma ampla e diversificada experiência no setor audiovisual: trabalha como diretora de animação, atriz e técnica de cinema.
Como diretora de animação, destacou-se com os premiados curtas Casa de Máquinas e O Quebra Cabeça de Tarik, referências na animação brasileira. Ambos estão no livro "Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais", lançado pelo Canal Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA). Trabalhou no Grupo Giramundo Teatro de Bonecos, um dos mais importantes da América Latina, como construtora de cenários e bonecos, além de manipuladora nas peças teatrais do grupo e na Coala, produtora do premiado longa de animação Bob Cuspe: Nós Não Gostamos de Gente, e da série Angeli: The Killer.
Como atriz, estreou protagonizando o curta Mesmo com Tanta Agonia (de Alice Drummond, 2018), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz no 51º Festival de Brasília. Foi premiada também como melhor atriz nos curtas Eu te Amo é no Sol (de Yasmin Guimarães, 2021) e O Dia em que Helena Matou o Presidente (de Fernanda Estevam, 2021). Maria se destacou também no longa Madalena (de Madiano Marcheti, 2019) e nos curtas Máquina Infernal (de Francis Vogner, 2020) e Rinha (de Rita Pestana, 2023). O Último Episódio (de Maurílio Martins), último longa que participou, está em pós-produção.
Como contrarregra, trabalhou em produções nacionais proeminentes como o filme Baby e as séries Hit Parade e Notícias Populares, de Marcelo Caetano; O Último azul, de Gabriel Mascaro, No Coração do Mundo, de Gabriel Martins e Maurílio Martins; Êxtase, de Moara Passoni; Madalena, de Madiano Marcheti, entre muitos outros longas e curtas por todo o Brasil.